As representações do ‘outro’ no cinema brasileiro

As representações do ‘outro’ no cinema brasileiro

Os filmes escolhidos para análise são: Rio 40 Graus (1955) de Nelson Pereira dos Santos, A Vizinhança do Tigre (2014), de Affonso Uchoa, A Cidade é uma só? (2011) e Branco sai, Preto fica (2014), de Adirley Queirós.

Começando por Nelson Pereira dos Santos, nascido em 1928 em São Paulo e formado em direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, turma de 1952. Após um curso de cinema na Institut des Hautes Études Cinématographiques em Paris e realizar um documentário de curta metragem, 16 mm: Juventude (1949), Nelson volta ao Rio de Janeiro – local que escolhe para morar, assim, começa uma das mais brilhantes carreiras de um dos diretores mais conhecidos no Brasil e no mundo. Considerado por muitos como um dos mais importantes precursores do Cinema Novo. Lança o longa Rio 40 Graus em 1955 com apenas 27 anos, seria o primeiro de uma trilogia sobre o Rio de Janeiro. Sendo os outros dois filmes: Rio, Zona Norte (1957) e El Justicero (1967). Nelson filma Rio 40 Graus, influenciado pelo neorrealismo italiano que havia chegado a São Paulo no final da década de 40. Neste primeiro filme já seria possível identificar toda a “escrita” impressa na longa filmografia do diretor – mais de 20 filmes.

Nelson filma o Rio, não o cartão postal para os turistas, mas o país dos meninos favelados que vendiam amendoim pelas ruas das cidades, os malandros, cantadores de samba, jogadores de futebol, pessoas comuns. O filme é semidocumental, passeia por Copacabana, no Pão de Açúcar e no Maracanã, como uma colcha de retalhos ele nos conta pequenas histórias, recortes que registram o “vai e vem” dos moradores daquela cidade em um domingo quente – segundo um censor da época, a média de temperatura do Rio nunca passou do 39,6ºc – faltava a este sensor perceber que esta temperatura do título está muito além de um dado climatológico. É o caldeirão fervilhante das relações sociais e das condições de sobrevivência de cada elemento mostrado na película, um povo que luta pela sobrevivência, como a mãe doente de um dos meninos da favela – sociedade doente – que ainda acolhe o órfão amigo do filho ou até mesmo a mocinha grávida que tem que ter a aprovação do irmão para se casar em uma sociedade machista. Um povo brasileiro diante das dificuldades econômicas do país, devido o embate entre os partidos nacionalistas e liberalistas de um governo enfraquecido por interesses internacionais.

Nascia assim no Brasil, um cinema diferente do vigente na época, um cinema livre de influência norte americana, um cinema que bebe na mesma fonte do cinema italiano que mostrava o pós-guerra. As câmeras vão para as ruas registrar a miséria do povo, personagens livres, levando uma grande identificação ao espectador. Esta forma de fazer cinema vai influenciar, de forma muito positiva ao Cinema Novo e todos os seus cineastas, o que viria a ser chamado mais tarde por Glauder Rocha de estética da fome.

Um pulo no tempo, quase 60 anos depois e nos deparamos com um filme mineiro independente, grande vencedor da mostra de Tiradentes de 2014, na categoria de melhor filme do júri critica e júri jovem, A Vizinhança do Tigre (2014) – documentário também apresentado na 9° Mostra de Cinema e Direitos Humanos do Hemisfério Sul, roteirizado e dirigido por Affonso Uchoa, mineiro e morador do bairro Nacional em Contagem – Minas Gerais. Filme que tem levantado vários debates por onde passa devido a sua singularidade em mostrar a vida, os sonhos e a rotina de jovens moradores da região periférica de Contagem, assim como Nelson Pereira retrata os meninos favelados do Rio de meados da década de 50.

Aos 4 minutos da abertura do filme de Uchoa um plano geral nos localiza este bairro Nacional, assim como Nelson Pereira dos Santos na sua abertura nos mostra as paisagens do Rio de Janeiro com a trilha de “A Voz do Morro”, a música que eternizou o sambista Zé Kéti. Com estes planos os diretores nos localiza, no palco onde acontecerá a história. Espaço tão importante e tão caro na construção da imagem fílmica.

A Vizinhança do Tigre tem encontrado espaço em mostras de cinema e direitos humanos por apresentar a vida das pessoas que moram naquele bairro de forma diferenciada do senso comum. Ao contrário dos filmes de estética violenta, como Cidade de Deus (2002), ele foca com uma câmera bem próxima dos personagens, o dia a dia de cada um. Trabalho e diversão, crime e esperança são temas abordados tendo como palco de fundo, recortes do bairro Nacional, sem mostrá-lo por completo, apenas num plano aberto e escuro. Algumas cenas são apenas iluminadas pelas luzes alaranjadas dos postes. Affonso Uchoa mostra a cultura, a linguagem e a dinâmica vital da periferia. É a oportunidade de se discutir os direitos humanos através do cinema – veículo de ótima aceitação popular.

A estética usada por Uchoa, para a realização do filme, foi construída de forma documental e ficcional, mas nas palavras do diretor, começou a gravá-lo sem roteiro. Ele começa com visitas frequentes aos moradores e a partir deste envolvimento, a câmera entra sem compromisso com tempo, gravando diálogos que foram construídos nas relações do momento. Estes takes são registrados até o final do dia, quando a luz natural se vai. No filme, estes personagens são apresentados aos poucos. Sendo eles: Juninho (Aristides de Souza), Menor (Maurício Chagas), Neguinho (Wederson Patrício), Adilson (Adilson Cordeiro) e Eldo (Eldo Rodrigues) que vem a óbito, após as filmagens.

Como princípio político, o diretor filma os pobres, os derrotados da vida, a escória da sociedade contemporânea de forma natural e simples. Assim como Nelson Pereira, é a vez dos excluídos. O cinema sem espetáculos, sem luxo, sem estrelas. O recorte sobre a vida deles é feito, porém, sem marginalizá-los. É preciso que eles sejam filmados para lhes dar voz, não devem ser silenciados pelo preconceito ou até mesmo pelo paternalismo, como ideal ético. É preciso que todos saibam que a periferia também é feita de sonhos e lutas, lá tem drogas, armas, violência, mas também tem casamento, trabalho, diversão e companheirismo. Também tem fé e esperança em dias melhores. Nelson Pereira estagiou na favela, Uchoa é morador da periferia.

O Tigre, do título, está dentro de cada um dos personagens. Este animal poderoso é caçador por excelência, mas também ele é caçado. Os personagens mostram o local das balas com orgulho. São marcas da violência que tatuam os jovens e isto é moeda de força entre eles. Em uma cena, na qual um personagem Menor (Maurício Chagas) está dentro da sala de sua casa e ele olha pelas grades da janela, como um animal enjaulado, apenas um tigre preso. Neguinho (Wederson Patrício) aparece em uma sequência brincando com um cabide como se fosse uma arma. Da mesma forma, Menor e Neguinho aparecem em outra sequência fazendo uma espécie de treinamento com uma arma verdadeira e uma faca. No título também encontramos os personagens se relacionando com os espaços. O filme não tem um espaço definido, mesmo sendo localizado no bairro Nacional, poderia ser em qualquer periferia. O palco deste tigre é a vizinhança. Ele transita por todos eles, para andar de skate, para roubar mexerica no quintal alheio ou para o uso de um baseado. O filme dá visibilidade a este animal/gente em extinção, o jovem da periferia está sendo morto. Em Rio 40 Graus é um acidente de carro que mata um personagem, aqui são as balas.

O filme A Vizinhança do Tigre vai além de gostar ou não gostar da situação abordada. Trata-se de questões delicadas, discutíveis. A realidade ficcionada pelo diretor é distante? Não. Não é. Ela se avizinha da nossa casa.

O filme propõe uma dura experiência social e visual, as vidas daqueles jovens existem, e tomam um plano maior quando o espectador está ciente da realidade do lugar. O morro de Nelson Pereira aqui tem o nome de bairro Nacional. Um lugar que não é assistido de maneira satisfatória nem pela prefeitura de Contagem, muito menos pela de Belo Horizonte. É obviamente uma região em franco desenvolvimento. O crescimento local pode-se notar pela chegada de grandes redes de supermercados e comércios em geral, além de uma agência dos correios. Os habitantes da região do bairro Nacional têm sido duramente penalizados pela precariedade do transporte coletivo. Não há metrô e o serviço de ônibus é prestado por uma única empresa, cujas linhas possuem itinerários demasiadamente longos e desnecessários, que fazem com que o acesso a regiões próximas, como Pampulha, Venda Nova e Justinópolis, seja extremamente difícil. Seus habitantes são fadados com a falta de oportunidade. Estas existem, mas são obstruídas com a falta de acesso. Então como culpar ou condenar os jovens?

Jovens envolvidos com drogas alucinógenas, cigarros e roubos. Jovens alienados pelo sistema, contagiados pelas músicas que cantam tão alegremente. Jovens engolidos pelas rotinas e desejo de mudança. Reconhecem à sua maneira, o meio e suas ações. O filme não tem em si um fim satisfatório, mas, é um retrato de identificação do jovem com sua realidade, consumidos pela sua sede de viver e experimentar.

A obra trabalha o caráter de provocar identificação e desconforto, a quem assiste. É um misto de identificação pelas gírias, expressões e determinados espectadores se veem projetados na tela ao pensar que aquela realidade pode não estar tão distante, o que gera desconforto, poderiam ser nossos familiares ou amigos. Em uma questão técnica, o filme é um excelente exemplo de como abordar seus atores sociais, Uchoa o faz, como já dito, de maneira singular, sem definir o que é certo ou errado, ele não julga, expõe de maneira “crua” a realidade sem marginalizar os seus atores sociais. O filme é um exemplo de problemas que assolam muitos lugares, ou seja, problemas que apenas mudam de endereço.

Analisando pelo aspecto social da obra percebemos que apesar da realidade destes jovens serem diferentes, eles ainda são atingidos por algumas das normas sociais as quais as pessoas que não são da região de periferia possuem. Os dois rapazes em um momento começam a disputar quem tinha mais machucados, melhores roupas e aparelhos de celular. Quando nos deparamos com esta situação ela causa um estranhamento, mas ela não é muito diferente do comportamento da classe média e alta, o que diferencia é o contexto. Por exemplo: em vez de cicatrizes muitas pessoas disputam posições sociais e salários dos seus empregos, porque elas possuem essas oportunidades. As tendências dos comportamentos da nossa sociedade estão presentes nesses jovens só que são restringidas ao que é acessível para eles, logo não podemos esquecer que apesar dos contextos sociais serem diferentes, a essência do comportamento é a mesma.

O filme como uma obra documental, é mais um que traça a linha tênue do Cinema Verdade, e também nos lembra muito do Cinema Novo, pois, ao mesmo tempo em que o filme retrata uma realidade, o documentarista chega ao bairro Nacional sem nenhum roteiro pronto, acaba por construí-lo, de uma forma conjunta, com os atores do filme. Os personagens/atores interpretam a si mesmos e criam suas próprias situações que, ao mesmo tempo, são ficcionais, retratam de forma singular o olhar para si. Porém, tal abertura cria também possibilidades de representação que se aproximam da forma teatral, quando Menor e Neguinho brincam primeiramente espremendo laranja em um e posteriormente jogando pipoca no outro. Algumas cenas como esta, avançam no filme evidenciando certa “atuação” que normalmente passaria oculta no gênero documentário. Por tais características muito peculiares, o filme A Vizinhança do Tigre foi ganhador de vários prêmios importantes do gênero documentário no cenário nacional. Este documentário marca presença em um momento muito especial neste contexto: a luta pelos direitos dos excluídos.

Contemporâneo de Uchoa temos Adirley Queirós, 46 anos, roteirista, diretor e produtor, chegou em Ceilândia – Goiás (cidade alvo dos seus trabalhos) aos 3 anos de idade. Aos 28 anos fez cinema na Universidade de Brasília. O seu primeiro trabalho audiovisual foi um curta metragem em 2005 – Rap, o canto da Ceilândia, recebeu diversos prêmios. Seus outros filmes são: Dias de Greve (2009), Fora de Campo (2010), A Cidade é uma só? (2011), Branco Sai, Preto Fica (2014). No ano de 2012, o diretor Adirley levou o prêmio Aurora de Melhor Filme na 15ª Mostra de Tiradentes – Minas Gerais, despertando assim o interesse de representantes dos festivais de Veneza (Itália), Cannes (França) e San Sebastian (Espanha).

Assim como Uchoa, Adirley tem todo um trabalho voltado para o espaço onde foi criado, que é Ceilândia, e onde ele representa o outro através do seu cinema.

Falando do seu filme A cidade é uma só?, a provocação já começa pelo título. É um questionamento que sintetiza o longa e vai de encontro a um jingle divulgado no início dos anos 70, em Brasília. Adirley é um cineasta do espaço em transformação. Planos abertos atestam isto, mas também a recorrência com que estabelece a ligação entre os personagens e o lugar que habitam no filme. Espaço dotado de sentido e de função de fronteira. Os filmes de Adirley são filmes de ocupação, a música e o contar histórias. Raps, músicas, guias propulsores do drama e da trama. O filme inicia com o desenho do Plano Piloto sendo queimado, Adirley já mostra qual a sua proposta.

Na Abertura do filme apresenta o cartaz com “X” enorme estampado à sua frente. Durante o filme a personagem Nancy que narra o seu passado, conta a sua história. Foi selecionada para cantar o jingle “A Cidade é uma só” como campanha de arrecadação de fundos para a transferência dos moradores para a nova Ceilândia, nome que significa Campanha de Erradicação de Invação + terminação “lândia”. Os barracos selecionados eram marcados com um “X” na porta.

Em seguida o outro personagem que é o Dildu (ficcional), candidato a político mostra a camisa de propaganda eleitoral com um “X”, isto está nos 58’:22” do filme. Pela fala de deste personagem o “X” tem toda a resignificação tudo que rolou de ruim no passado. No meu entendimento, todas estas semelhanças me remeteram à passagem bíblica, que se encontra no Velho Testamento, onde as casas dos Judeus eram assinaladas com um “X” para não serem afetados pelas pragas do Egito.

Também na abertura do filme nos é apresentado o Zé Antônio, cunhado de Dildu, que ganha a vida com venda de lotes irregulares nas periferias do Distrito Federal, neste personagem Adirley Queirós explora a questão do espaço em transformação, ocupação dos espaços e a exploração que isto acarreta.

A cena final é muito representativa. Aparece a comissão para eleição da Dilma com vários carros, fogos de artifício, várias pessoas, cartazes e todos os aparatos de campanha pesada do PT (Partido dos Trabalhadores), em contraposição à figura sozinha e cantante do Dildu. Muito representativa e forte esta cena, principalmente no momento que vivemos o desmonte do Partido dos Trabalhadores por descoberta de desvios de verbas governamentais pelos seus membros.

Outro filme de extrema importância para o fortalecimento da carreira cinematográfica deste diretor é o filme Branco Sai, Preto Fica (2014). Em uma mistura de ficção e documentário, o filme narra a história de dois homens negros, moradores de Ceilândia, maior periferia de Brasília. Em um baile black do espaço dançante chamado Quarteirão, no dia 05 de março de 1986, a polícia ataca o local com helicópteros, cães e cavalaria, causando graves marcas físicas e emocionais a estas duas personagens: Sartana que perde uma perna, devido o pisoteamento de cavalos e Marquim, preso para o resto da vida a um cadeira de rodas por causa de uma bala. Estes dois homens planejam uma vingança à capital do país. A parte ficcional é incrementada pela chegada de um homem que vem do futuro – Dimas Cravalanças, agente terceirizado do Estado brasileiro, isolado pelo tempo no espaço, anda por espaços vazios. Está preso no presente e veio com a missão de reparar os crimes do passado. Estas narrações vêm não só trazendo o passado, mas também ressignificando e abrindo espaço para o futuro.

Adirley trabalha com imagens, símbolos e sons de forma muito significativa. Para a maioria dos brasileiros, Brasília é a capital do Brasil, modelo de desenvolvimento e arquitetura modernista e centro das decisões políticas do país.  Já, para Adirley, é o ponto central das suas angústias, questionamentos político-espaciais, causa de traumas e tristezas. É o preconceito, afastamento, sofrimento e discriminação social.

Concluindo, analisamos três diretores, Nelson Pereira dos Santos, Affonso Uchoa e Adirley Queirós, e alguns de seus filmes. Diretores que estão separados no tempo – Nelson Pereira para os outros dois e no espaço – os três. Mesmo distantes eles criam uma cinebiografia muito similar, toda voltada para a representação do outro excluído, dão voz para aqueles que não conseguem gritar, escancaram as mazelas e feridas de uma sociedade sempre carente de soluções sociais. Um tempo de 60 anos, presenciamos mudanças nos personagens, nos costumes, nos estilos de filmar, mas os problemas continuam quase que os mesmos, nas mesmas raízes de um governo e de uma sociedade que não cuida do seu povo, mas sim de interesses próprios como os que temos visto todos os dias nos jornais. Cabe ao cinema continuar neste papel de dar visibilidade ao mais fraco, para continuar na luta de busca de condições de uma vida melhor e mais digna para todo ser humano.

 

Ficha Técnica de Rio 40 Graus

Direção: Nelson Pereira dos Santos

Roteiro: Arnaldo de Faria e Nelson Pereira dos Santos

Fotografia: Hélio Silva

Edição: Rafael Justo Valverde

Empresa Produtora: Mário Barroso, Ciro Freire Cúri, Louis-Henri Guitton, Pedro Kosinski, Nelson Pereira dos Santos.

Elenco: Roberto Batalin , Glauce Rocha, Jece Valadão , Ana Beatriz, Modesto de Souza, Cláudia Morena .

 

Ficha Técnica de A Vizinhança do Tigre

Direção: Affonso Uchoa

Roteiro: Affonso Uchoa, João Dumans, Aristides de Sousa, Maurício Chagas, Wederson Patrício, Eldo Rodrigues, Adílson Cordeiro.

Fotografia: Affonso Uchoa

Edição: Luiz Pretti, Affonso Uchoa, João Dumans.

Empresa produtora: Katásia Filmes

Elenco: Aristides de Sousa, Maurício Chagas, Wederson Patrício, Eldo Rodrigues, Adílson Cordeiro.

 

Ficha Técnica de A Cidade é uma só?

Direção: Adirley Queirós.

Roteiro: Adirley Queirós.

Fotografia: Thiago Mendonça e Adirley Queirós.

Edição: Marcius Barbieri.

Empresa Produtora: Adirley Queirós e André Carvalheira.

Elenco: Dilmar Durães e Wellington Abreu.

 

Ficha Técnica de Branco Sai, Preto Fica

Direção: Adirley Queirós.

Roteiro: Adirley Queirós.

Fotografia: Leonardo Feliciano.

Edição: Guille Martins, Adirley Queirós.

Empresa Produtora: Cinco da Norte.

Elenco: Marquim do Tropa, Shockito, Dilmar Durães, DJ Jamaika, Gleide Firmino.

 

REFERENCIAS

CONTAGEM, Prefeitura Municipal de. Administração Regional Nacional. Apresentação. Disponível em:

<http://www.contagem.mg.gov.br/?og=007133&op=apresentacao>. Acesso em: 20 nov. 2016.

FERNANDES, Felipe. A vizinhança do Tigre. 2014. Disponível em:

<http://www.mostracinemaedireitoshumanos.sdh.gov.br/2014/?q=mostra-competitiva/filme/vizinhan%C3%A7-do-tigre>. Acesso em: 20 nov. 2016.

NACIONAL Contagem. Wikipédia. Disponível em:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Nacional_%28Contagem%29>.  Acesso em: 20 nov. 2016.

QUEIRÓS, Adirley. Wikipédia. Disponível em <https://pt.wikipedia.org/wiki/Adirley_Queir%C3%B3s >. Acesso em: 20 nov. 2016.

RIO 40 GRAUS, CineClick. Disponível em < https://www.cineclick.com.br/rio-40-graus>. Acesso em: 20 nov. 2016.

SALGADO, Lucas. Crítica AdoroCinema:  A Vizinhança do Tigre. Viagem Antropológica. Disponível em:

<http://www.adorocinema.com/filmes/filme-228902/criticas-adorocinema>. Acesso em: 20 nov. 2016.

 

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